Um levantamento recente da consultoria BCG revela que 82% das empresas globais já obtêm benefícios econômicos ao investir em descarbonização. Esses ganhos incluem aumento de receitas e redução de custos operacionais, transformando práticas sustentáveis em oportunidades de negócio reconhecidas internacionalmente. O que antes era visto apenas como uma responsabilidade ambiental agora se consolida como uma estratégia financeira viável em escala global.
Apesar dos avanços econômicos, apenas 7% das companhias conseguem medir de forma abrangente suas emissões em todos os escopos, desde a produção até a cadeia de fornecedores. Especialistas destacam que a falta de tecnologia adequada e a dificuldade em rastrear dados confiáveis representam barreiras significativas. Além disso, a maioria das empresas ainda não adota metas ESG integrais, o que limita progressos mais consistentes na área.
No Brasil, as companhias seguem a tendência global, relatando ganhos econômicos com projetos sustentáveis, mas com poucos avanços em métricas completas de impacto ambiental. De acordo com o relatório, políticas públicas, regulação e incentivos fiscais podem acelerar esse processo. A descarbonização é vista não apenas como um desafio, mas como uma exigência para manter a competitividade no mercado internacional.
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