Em 2025, movimentos ambientais globais ganharam força inédita, impulsionados pela COP30 em Belém, Brasil, e por protestos massivos em mais de 100 cidades. Milhões de ativistas, liderados por figuras como Greta Thunberg e povos indígenas, pressionaram por cortes radicais em emissões de carbono e proteção à biodiversidade, resultando em compromissos de US$ 100 bilhões anuais para países em desenvolvimento, conforme relatório da ONU.
Principais destaques da COP30 e conferências paralelas
A Conferência das Partes (COP30), realizada de 10 a 21 de novembro em Belém, focou na preservação da Floresta Amazônica e na transição para energias renováveis. Países como Brasil e União Europeia anunciaram metas para zerar desmatamento até 2030. Paralelamente, a Conferência dos Oceanos da ONU em Nice, França, em junho, avançou no tratado contra poluição plástica, com 80% dos Estados signatários aderindo.
- Fridays for Future expandiu greves estudantis para 2 milhões de participantes globais.
- Extinction Rebellion bloqueou portos fósseis na Europa, forçando debates parlamentares.
- Acções indígenas na América Latina ganharam visibilidade, com vitórias judiciais contra mineração ilegal.
Esses movimentos não só elevaram a conscientização pública, mas influenciaram políticas: 15 nações aumentaram impostos sobre combustíveis fósseis. Especialistas alertam que, apesar dos avanços, o planeta ainda caminha para 2,5°C de aquecimento até 2100, reforçando a necessidade de ações individuais como redução de plásticos e apoio a energias limpas.
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