Em 17 de março de 2026, relatórios da ONU e da Ellen MacArthur Foundation indicam que 73% dos consumidores mundiais priorizam produtos sustentáveis, um aumento de 15% em relação a 2023. Essa tendência reflete a adoção crescente da economia circular, com mercados de reutilizáveis e embalagens biodegradáveis crescendo 28% anualmente, impulsionados por regulamentações como a proibição de plásticos de uso único na União Europeia e metas de carbono zero em empresas como Unilever e Patagonia.
Principais tendências observadas
- Moda circular: Marcas como H&M e Zara expandem programas de upcycling, com 40% das coleções feitas de materiais reciclados, segundo a McKinsey.
- Alimentação plant-based: Vendas globais atingem US$ 162 bilhões, per capita no Brasil subindo 22%, conforme dados da FAO.
- Tecnologia verde: Apps como Good On You e Buycott ajudam 500 milhões de usuários a rastrear pegadas ecológicas de compras.
- Consumo local: Plataformas como Too Good To Go reduzem desperdício alimentar em 30% em cidades como São Paulo e Nova York.
Essas mudanças não só reduzem emissões de CO2 em 12% no setor de consumo, de acordo com o Global Sustainability Report 2026, mas também geram empregos verdes, estimados em 24 milhões até 2030. Especialistas alertam que a conscientização da Geração Z, que representa 40% das compras online, acelera essa transição para um modelo regenerativo.
“O consumo sustentável não é mais uma escolha, mas uma necessidade coletiva para preservar o planeta”, afirma Laura Jackson, diretora da ONU para Desenvolvimento Sustentável.
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