No dia 24 de março de 2026, relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) alertam que o aquecimento global já ultrapassou 1,2°C em relação à era pré-industrial, intensificando impactos em todos os continentes. Eventos extremos como ondas de calor recordes na Europa em 2025, inundações devastadoras no Sudeste Asiático e secas prolongadas na África e América do Sul afetam bilhões de pessoas, com perdas econômicas anuais estimadas em trilhões de dólares.
Consequências ambientais e na biodiversidade
As mudanças climáticas aceleram o derretimento das calotas polares, elevando o nível do mar em cerca de 20 cm desde 1900, ameaçando ilhas e cidades costeiras como Miami e Dhaka. Oceanos mais ácidos destroem recifes de coral, enquanto florestas como a Amazônia enfrentam incêndios e desmatamento agravados, reduzindo a biodiversidade em 20% nas últimas décadas, segundo a ONU.
- Ondas de calor causam milhares de mortes anuais, como os 61 mil óbitos na Europa em 2022.
- Secas extremas afetam a produção agrícola, gerando fome para 828 milhões de pessoas em 2025 (FAO).
- Furacões mais intensos, como o Ian em 2022, multiplicam danos em até 50% devido ao aquecimento dos oceanos.
“Sem ações urgentes, projeções indicam 3 milhões de mortes prematuras por ano até 2030 devido a impactos climáticos”, alerta o IPCC em seu relatório de 2023 atualizado.
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