São Paulo, 27/03/2026 – Com o apoio da Política Nacional de Educação Ambiental (Lei 9.795/1999), escolas públicas e privadas em todo o Brasil estão expandindo projetos de educação ambiental, integrando sustentabilidade ao currículo escolar. Dados do Ministério da Educação (MEC) revelam que, em 2025, mais de 15 mil instituições aderiram a iniciativas como hortas orgânicas, programas de reciclagem e monitoramento de biodiversidade, promovendo conscientização entre alunos de 5 a 17 anos.
Programas nacionais e regionais em destaque
O Programa Escolas Sustentáveis, coordenado pelo MEC em parceria com o WWF-Brasil, beneficia 5 mil escolas este ano, com foco na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que torna a educação ambiental transversal. Em São Paulo, o Projeto Escola Verde, da Secretaria de Educação, implantou em 2026 painéis solares e cisternas de captação de água em 200 unidades. No Nordeste, o Instituto Akatu apoia ações em Pernambuco, como o cultivo hidropônico em escolas de Recife, reduzindo desperdício de alimentos em 30%.
- Hortas escolares: Presentes em 40% das escolas públicas, ensinam ciclos produtivos e nutrição.
- Reciclagem e compostagem: Reduzem lixo em 25%, segundo estudo da USP.
- Monitoramento ambiental: Alunos usam apps para registrar poluição e fauna local.
“Esses projetos formam cidadãos conscientes, essenciais para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, afirma Maria Silva, coordenadora do MEC.
Os resultados incluem queda de 18% no consumo de plásticos descartáveis nas escolas participantes e maior engajamento comunitário. Especialistas preveem que, até 2030, 80% das escolas brasileiras adotarão práticas semelhantes, fortalecendo a resiliência climática nacional.
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