Em 2026, o consumo sustentável registra um crescimento acelerado globalmente, impulsionado por regulamentações ambientais e mudanças nos hábitos dos consumidores. De acordo com o relatório anual da NielsenIQ, 78% dos compradores em 40 países priorizam produtos com embalagens recicláveis ou reutilizáveis, um aumento de 15% em relação a 2024. Essa tendência reflete a pressão por uma economia circular, com mercados como o de moda e alimentos orgânicos expandindo em 22% ao ano, conforme dados da Statista.
Principais tendências observadas
- Moda circular: Plataformas como Vinted e Depop registram 30% mais transações de roupas de segunda mão, enquanto marcas como Patagonia investem em upcycling.
- Alimentos plant-based: Vendas globais crescem 12%, com a União Europeia impulsionando rótulos “zero desperdício” via Green Deal.
- Embalagens inovadoras: Empresas como Unilever eliminam plásticos virgens em 50% de seus produtos, favorecendo bioplásticos.
- Compras locais e apps de impacto: Aplicativos como Too Good To Go reduzem desperdício alimentar em 25% nas cidades europeias e americanas.
Estes avanços são apoiados por políticas públicas, como o Pacto Verde Europeu e metas da ONU para 2030. No Brasil, o consumo de produtos certificados pelo IBD (Instituto Biodinâmico) subiu 18% em 2025. Especialistas alertam que, apesar do otimismo, desafios como greenwashing persistem, exigindo maior transparência das empresas.
“A sustentabilidade não é mais uma escolha, mas uma expectativa do consumidor moderno”, afirma relatório da McKinsey de janeiro de 2026.
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