Em 2026, o consumo sustentável registra um crescimento acelerado, impulsionado por regulamentações ambientais e demandas de consumidores conscientes. Relatórios da McKinsey e da Nielsen indicam que 80% dos compradores globais priorizam produtos ecológicos, com o mercado de economia circular projetado para ultrapassar US$ 4,5 trilhões até o final da década. Essa tendência reflete uma mudança comportamental pós-pandemia, onde a pegada de carbono e o desperdício zero se tornaram prioridades em setores como moda, alimentos e eletrônicos.
Principais tendências observadas
- Moda circular: Marcas como Patagonia e H&M expandem programas de upcycling e aluguel de roupas, reduzindo o descarte têxtil em 25% na Europa, segundo a Ellen MacArthur Foundation.
- Alimentos plant-based: Vendas globais crescem 15% ao ano, com inovações como carnes cultivadas em laboratório ganhando mercado nos EUA e Ásia.
- Embalagens biodegradáveis: Empresas como Unilever e Nestlé adotam plásticos compostáveis, atendendo a leis como o Pacto Verde Europeu.
- Eletrônicos refurbished: Plataformas como Back Market relatam alta de 40% em vendas, promovendo reutilização e economia de recursos raros.
“A sustentabilidade não é mais uma escolha, mas uma expectativa dos consumidores millennials e Gen Z”, afirma relatório da Deloitte de 2025.
Para fomentar essa conscientização, governos e ONGs incentivam apps de rastreamento de impacto ambiental, como o Good On You e o Joule. Especialistas preveem que, até 2030, 70% das empresas adotarão metas net-zero, educando o público sobre escolhas diárias responsáveis e mitigando mudanças climáticas.
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