Em 2025, movimentos ambientais globais ganharam novo fôlego, culminando na COP30 em Belém, Brasil, onde ativistas indígenas, jovens e organizações pressionaram por ações concretas contra o desmatamento da Amazônia e a transição energética. Milhões participaram de greves climáticas coordenadas pela Fridays for Future, enquanto protestos contra projetos fósseis, como os da Extinction Rebellion na Europa, bloquearam infraestruturas poluentes, elevando a conscientização sobre a crise climática.
Mobilizações regionais e conquistas
Na Europa, o movimento Just Stop Oil expandiu ações de desobediência civil, resultando na suspensão de novas licenças para extração de petróleo no Mar do Norte. Nos Estados Unidos, coalizões pela justiça climática influenciaram a aprovação de leis para restauração de manguezais e redução de emissões industriais. Na Ásia, protestos em países como Indonésia e Filipinas combateram a mineração ilegal, preservando recifes de corais ameaçados pelo branqueamento.
A COP30 destacou demandas indígenas por direitos territoriais, com o “Acordo de Belém” comprometendo nações a zerar o desmatamento até 2030. Esses movimentos, baseados em ciência do IPCC, educaram o público sobre impactos como secas extremas e perda de biodiversidade, fomentando políticas sustentáveis.
“A urgência climática exige ação coletiva agora”, declarou Greta Thunberg durante a cúpula.
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