Em 28 de março de 2026, cidades como Copenhague (Dinamarca), Reykjavik (Islândia) e Curitiba (Brasil) lideram a transição global para a sustentabilidade urbana, alcançando metas ambiciosas em mobilidade verde, energia renovável e redução de emissões. Essas urbes demonstram que é possível equilibrar crescimento populacional com preservação ambiental, servindo de modelo para metrópoles em desenvolvimento, segundo relatório da ONU-Habitat divulgado nesta semana.
Copenhague e a mobilidade sem carbono
Copenhague, que visa neutralidade carbônica até o final de 2025, já registra 62% dos deslocamentos diários por bicicleta, com mais de 400 km de ciclovias. Em 2026, a cidade expandiu distritos de energia zero, integrando painéis solares e turbinas eólicas, reduzindo emissões em 80% desde 2010, conforme dados da prefeitura local.
- Reykjavik: Quase 100% de energia geotérmica aquece residências e pavimenta ruas com asfalto reciclado.
- Curitiba: Pioneira no Bus Rapid Transit (BRT), transporta 2,3 milhões de passageiros/dia com 80% menos emissões que carros individuais.
- Singapura: Jardins verticais cobrem 50% dos prédios, combatendo ilhas de calor urbano.
“Cidades sustentáveis não são utopias, mas realidades viáveis que priorizam o planeta”, afirma o relatório da ONU-Habitat.
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