Em 28 de março de 2026, milhares de ativistas, indígenas e cidadãos comuns tomaram as ruas de Brasília, São Paulo e Manaus em uma grande mobilização nacional contra o desmatamento na Amazônia. Organizada por coalizões como o Greenpeace Brasil, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e Fridays for Future, a ação protesta contra o aumento de 15% no desmatamento ilegal registrado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) nos últimos seis meses, apesar das metas do governo federal para zerar a prática até 2030.
Demands e contexto da mobilização
Os manifestantes entregaram um manifesto ao Ministério do Meio Ambiente com demandas claras, incluindo o fortalecimento da fiscalização em terras indígenas, punições mais rigorosas para grileiros e garimpeiros ilegais, e a implementação imediata do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento (PPCDAm). Dados do INPE indicam que, em 2025, foram devastados cerca de 9.000 km² de floresta, impulsionados por expansão agropecuária e mineração clandestina, ameaçando a biodiversidade e o clima global.
- Reforço imediato no Ibama com mais fiscais e recursos;
- Moratória sobre novas concessões em áreas críticas;
- Transparência total nos alertas de desmatamento via PRODES.
“A Amazônia não é moeda de troca. Precisamos de ações concretas, não promessas”, declarou Sônia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas, durante o ato em Brasília.
A mobilização destaca a urgência de conscientização ambiental, educando o público sobre como o desmatamento contribui para secas, perda de espécies e emissões de CO2. Especialistas preveem que pressões populares possam influenciar políticas, como visto em reduções passadas após protestos em 2023. A sociedade civil segue vigilante, monitorando avanços rumo à sustentabilidade.
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